IDEIAS DESTACADAS
RECURSOS
Neste website, os Investidores Profissionais são investidores que se qualificam como Cliente Profissional e como Investidor Qualificado.
Em suma, uma pessoa que possa ser classificada como cliente profissional ao abrigo da Diretiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros e como investidor qualificado de acordo com a Diretiva dos Prospetos deverá, de um modo geral, cumprir com um ou vários dos seguintes requisitos:
(1) Uma entidade que deva ser autorizada ou regulamentada para operar nos mercados financeiros. A lista seguinte inclui todas as entidades autorizadas a exercerem as atividades características das entidades referidas, quer sejam autorizadas por um Estado do Espaço Económico Europeu ou por um país terceiro e quer sejam autorizadas ou não por referência a uma diretiva:
(a) uma instituição de crédito;
(b) uma empresa de investimento;
(c) qualquer outra instituição financeira autorizada ou regulamentada;
(d) uma companhia de seguros;
(e) um organismo de investimento coletivo ou a sociedade de gestão desse organismo;
(f) um fundo de pensões ou a sociedade de gestão de um fundo de pensões;
(g) um operador em mercadorias ou derivados de mercadorias;
(h) um local;
(i) qualquer outro investidor institucional.
(2) Uma grande empresa que cumpra com dois dos seguintes testes: (i) um balanço total de EUR 43.000.000, (ii) um volume de negócios líquido anual de EUR 50.000.000 e (iii) um número médio de funcionários durante o ano de 250.
(3) Um governo nacional ou regional, um organismo público que gira a dívida pública, um banco central, uma instituição internacional ou supranacional (como o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, o Banco Central Europeu ou o Banco Europeu de Investimento) ou outra organização internacional semelhante.
(4) Uma pessoa singular residente num Estado do Espaço Económico Europeu que permita a autorização de pessoas singulares como investidores qualificados, que peça expressamente para ser tratada como um cliente profissional e um investidor qualificado e que cumpra com, pelo menos, dois dos seguintes critérios: (i) efetuou transações em mercados de valores mobiliários com uma frequência média de, pelo menos, 10 por trimestre durante os quatro trimestres anteriores ao pedido, (ii) a dimensão da sua carteira de instrumentos financeiros, definida como incluindo depósitos em numerário e instrumentos financeiros, excede EUR 500.000, (iii) trabalha ou trabalhou durante, pelo menos, um ano no setor financeiro numa posição profissional que exija conhecimentos em matéria de investimento em valores mobiliários.
Tenha em atenção que o resumo acima é fornecido apenas para fins informativos. Se não tiver a certeza se pode ser classificado como cliente profissional ao abrigo da Diretiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros e como investidor qualificado ao abrigo da Diretiva dos Prospetos, então deve procurar aconselhamento independente.
Investidor privado
Um investidor privado, também conhecido como cliente não profissional, é uma organização de clientes ou uma pessoa singular que não pode cumprir, ao mesmo tempo, com (i) um ou vários dos critérios de cliente profissional estabelecidos no Anexo II da Diretiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros (Diretiva 2004/39/CE) e (ii) um ou vários critérios de investidor qualificado estabelecidos no Artigo 2.º da Diretiva dos Prospetos (Diretiva 2003/71/CE).
Em suma, uma pessoa que possa ser classificada como cliente profissional ao abrigo da Diretiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros e como investidor qualificado de acordo com a Diretiva dos Prospetos deverá, de um modo geral, cumprir com um ou vários dos seguintes requisitos:
(1) Uma entidade que deva ser autorizada ou regulamentada para operar nos mercados financeiros. A lista seguinte inclui todas as entidades autorizadas a exercerem as atividades características das entidades referidas, quer sejam autorizadas por um Estado do Espaço Económico Europeu ou por um país terceiro e quer sejam autorizadas ou não por referência a uma diretiva:
(a) uma instituição de crédito;
(b) uma empresa de investimento;
(c) qualquer outra instituição financeira autorizada ou regulamentada;
(d) uma companhia de seguros;
(e) um organismo de investimento coletivo ou a sociedade de gestão desse organismo;
(f) um fundo de pensões ou a sociedade de gestão de um fundo de pensões;
(g) um operador em mercadorias ou derivados de mercadorias;
(h) um local;
(i) qualquer outro investidor institucional.
(2) Uma grande empresa que cumpra com dois dos seguintes testes: (i) um balanço total de EUR 20.000.000, (ii) um volume de negócios líquido anual de EUR 40.000.000 e (iii) fundos próprios de EUR 2.000.000.
(3) Um governo nacional ou regional, um organismo público que gira a dívida pública, um banco central, uma instituição internacional ou supranacional (como o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, o Banco Central Europeu ou o Banco Europeu de Investimento) ou outra organização internacional semelhante.
(4) Uma pessoa singular residente num Estado do Espaço Económico Europeu que permita a autorização de pessoas singulares como investidores qualificados, que peça expressamente para ser tratada como um cliente profissional e um investidor qualificado e que cumpra com, pelo menos, dois dos seguintes critérios: (i) efetuou transações em mercados de valores mobiliários com uma frequência média de, pelo menos, 10 por trimestre durante os quatro trimestres anteriores ao pedido, (ii) a dimensão da sua carteira de instrumentos financeiros, definida como incluindo depósitos em numerário e instrumentos financeiros, excede EUR 500.000, (iii) trabalha ou trabalhou durante, pelo menos, um ano no setor financeiro numa posição profissional que exija conhecimentos em matéria de investimento em valores mobiliários.
Tenha em atenção que o resumo acima é fornecido apenas para fins informativos. Se não tiver a certeza se pode ser classificado como cliente profissional ao abrigo da Diretiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros e como investidor qualificado ao abrigo da Diretiva dos Prospetos, então deve procurar aconselhamento independente.
Por favor leia esta página antes de continuar, uma vez que esta explica as restrições legais à distribuição desta informação, informando sobre quais os países em que a comercialização e distribuição dos nossos fundos é autorizada. É da sua responsabilidade conhecer e cumprir as disposições legislativas e regulamentares aplicáveis e em vigor, em qualquer jurisdição.
Por favor tenha em consideração que deverá ler os termos da nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade antes de poder aceder aos nossos sítios web.
Depois de ter lido e entendido a informação legal contida neste documento e a Política de Privacidade, procederemos à colocação de um cookie no seu computador para que nos seja possível reconhecê-lo e para evitar que esta página volte a aparecer quando aceder a este ou a qualquer outro sítio da internet (website) da BlackRock, no futuro. O cookie expirará no final de seis meses, ou antes caso ocorra uma alteração material a esta informação relevante. A este propósito, por favor leia a nossa Política de Cookies.
Ao confirmar que leu esta informação relevante, estará também a: (i) Concordar que esta informação se aplicará a qualquer acesso subsequente à secção de Investidores Particulares (ou Instituições / Intermediários) deste sítio da internet (website), e que qualquer acesso subsequente estará sujeito às exclusões de responsabilidade (“disclaimers”), avisos de risco e outras informações aqui disponibilizadas; e (ii) Garantir que nenhuma outra pessoa irá aceder à secção de Investidores Particulares deste sítio da internet (website) a partir do computador e da sessão que está a utilizar neste momento.
A secção em português deste sítio da internet (website) contém informação sobre a BlackRock e informação e documentação relacionadas com os fundos registados para distribuição em Portugal, assim como sobre classes de ações em determinados fundos que estão registadas na Comissão de Mercado de Valores Mobiliários, de acordo com a transposição para o ordenamento jurídico português da Diretiva 2009/65/EC do Parlamento Europeu e do Conselho de 13 de julho, sobre Organismos de Investimento Coletivo em Valores Mobiliários (conforme alterada) (a “Diretiva UCITS”). Poderá aceder à lista de distribuidores de cada fundo na página www.cmvm.pt.
Os fundos offshore descritos nas secções de outros países deste sítio da internet (website) são administrados e geridos por sociedades do Grupo BlackRock e são comercializados apenas em determinadas jurisdições. É da sua responsabilidade conhecer disposições legislativas e regulamentares aplicáveis no seu país de residência. Está disponível informação adicional sobre cada fundo, no respetivo Prospeto ou noutros documentos constitutivos. Se for um cidadão português a aceder a qualquer secção da BlackRock de outros países, por favor tenha em consideração que estará a agir sob sua própria conta e risco e sob sua responsabilidade, devendo qualquer investimento realizado nesses termos ser considerado como um investimento não solicitado.
A presente informação não constitui uma oferta ou solicitação de venda de ações em qualquer dos fundos referidos neste sítio da internet (website), por qualquer pessoa, em qualquer jurisdição em que essa oferta, solicitação ou distribuição seja considerada ilegal; ou em que a pessoa que faz essa oferta não esteja qualificada para a fazer; ou seja ilegal fazer essa oferta ou solicitação à pessoa a quem a oferta ou solicitação esteja a ser feita.
Especificamente, os fundos apresentados não estão disponíveis para distribuição ou investimento por parte de investidores norte-americanos. As participações/ações não serão registadas sob o US Securities Act de 1933, conforme alterado, (o "Securities Act") (US Securities Act of 1933, as amended) e, exceto numa transação que não viole o Securities Act ou qualquer outra lei de valores mobiliários dos Estados Unidos da América (os “EUA”) (incluindo, mas não limitado a, qualquer lei de qualquer Estado dos EUA), não poderão ser, direta ou indiretamente, oferecidas ou vendidas nos EUA ou em qualquer área ou território sujeito à sua jurisdição, ou em benefício de um cidadão norte-americano.
Os fundos apresentados não foram nem serão qualificados para distribuição ao público no Canadá, não tendo sido submetido nenhum prospeto para esses fundos a qualquer comissão de valores mobiliários ou autoridade reguladora no Canadá ou em qualquer província ou território daquele país. Este sítio da internet (website) não é, e sob nenhuma circunstância será entendido como, um anúncio ou a qualquer outro passo no sentido de uma oferta pública de ações no Canadá. Nenhum residente no Canadá para efeitos do Income Tax Act do Canadá (Income Tax Act (Canada)) poderá adquirir ou aceitar a transferência de ações nos fundos apresentados, a não ser que essa pessoa seja elegível para o fazer de acordo com a aplicação das leis do Canadá ou das províncias daquele país.
Os requerimentos para investimento em qualquer fundo apresentado no presente sítio da internet (website), deverão apenas ser realizados com base no documento da oferta relativo ao investimento específico (por exemplo, um prospeto, prospeto simplificado, documento com informações fundamentais para o investidor ou outros termos e condições aplicáveis).
Em resultado da aplicação de regulamentação relativa ao branqueamento de capitais, poderá ser requerida documentação adicional para efeitos de identificação, no momento em que realize o investimento. As informações constarão dos Prospetos relevantes ou noutros documentos constitutivos.
Se não estiver certo sobre o significado de qualquer informação fornecida, por favor consulte o seu consultor financeiro ou qualquer outro consultor profissional.
A informação contida neste sítio está sujeita a direitos de autor com todos os direitos reservados. A informação não deverá ser reproduzida, copiada ou redistribuída, no todo ou em parte.
A informação contida neste sítio da internet (website) é publicada de boa fé, mas nenhuma declaração ou garantia, expressa ou implícita, relativamente à sua precisão ou completude, é feita pela BlackRock (Netherlands) B.V. ou por qualquer outra pessoa, nem deverá ser interpretada como tal. A BlackRock (Netherlands) B.V. não será responsável, exceto por qualquer responsabilidade que a BlackRock (Netherlands) B.V. tenha resultante da aplicação do Holandês Wet financieel toezicht (Wft) (ou de qualquer legislação que a substitua, se a referida legislação permitir que essa declaração seja feita), ou da aplicação do Decreto-Lei no. 486/99, de 13 de novembro, conforme alterado, que publicou o Código dos Valores Mobiliários português, ou, conjuntamente, de qualquer outra legislação portuguesa aplicável, por qualquer perda, dano ou prejuízo resultante do uso ou confiança na informação disponibilizada, incluindo, sem limitação, qualquer lucro cessante ou outro dano, direto ou consequente. Nenhuma informação neste site constitui recomendação de investimento, fiscal, legal ou de qualquer outra natureza.
Pelo presente acorda em reembolsar totalmente a BlackRock, no caso de ser proposta por terceiro uma ação contra a BlackRock relacionada com o uso do presente sítio da internet (website), por todas as perdas, custos, ações, procedimentos, reclamações, danos, prejuízos e despesas (incluindo custos e despesas legais razoáveis), ou responsabilidades, sofridos ou incorridos diretamente pela BlackRock, como consequência da utilização imprópria deste sítio da internet (website). Nenhuma parte será responsável perante a outra por qualquer perda, dano ou prejuízo que a outra parte possa sofrer por qualquer causa que extravase o controlo razoável da primeira parte, incluindo, sem limitar, qualquer falha ou corte de energia elétrica. Reconhece e concorda que é da sua responsabilidade manter segura e confidencial qualquer password que nós lhe emitamos, a si e aos seus trabalhadores autorizados, e não permitir que essa(s) password(s) cheguem a ser do conhecimento público. Se alguma(s) password(s) for(em) conhecida(s) por qualquer outra pessoa além de si e dos seus trabalhadores autorizados, deve alterar imediatamente essa(s) password(s) específica(s), utilizando a funcionalidade para este efeito disponível no sítio da internet (website).
Ao aceder a determinados links no sítio da internet (website), poderá deixar de utilizar o sítio da internet (website) da BlackRock (Netherlands) B.V.. Ao fazê-lo, poderá estar a ser reconduzido ao sítio da internet (website) de uma organização não regulada nos termos do HolandêsWet financieel toezicht (Wft)ou da legislação portuguesa equivalente. A BlackRock (Netherlands) B.V. não analisou qualquer desses sítios da internet (websites) e não assume qualquer responsabilidade pelos conteúdos desses sítios da internet (websites) nem pelos serviços, produtos ou itens oferecidos através desses sítios da internet (websites).
A BlackRock (Netherlands) B.V. não terá qualquer responsabilidade derivada de erros na transmissão de dados, como a perda ou dano de dados, ou alteração de qualquer tipo, incluindo, sem limitar, dano, direto, indireto ou consequente, emergente do uso dos serviços fornecidos no âmbito do presente documento.
Por favor note que embora alguns dos fundos da BlackRock sejam circunscritos a um perímetro de proteção ("ring-fenced"), outros constituem parte de uma única sociedade, e não estão circunscritos a tal perímetro. Para os fundos da BlackRock que não tenham um estado de responsabilidade segregada, no caso de um fundo individual da BlackRock não ser capaz de cumprir com as suas responsabilidades atribuíveis a esse fundo, através dos ativos atribuíveis a esse fundo, o excesso de responsabilidade não satisfeita poderá ser coberto através dos ativos atribuíeis a outro fundo da BlackRock na mesma sociedade. Para obter mais informações detalhadas a respeito desta questão, por favor aceda e leia o prospeto ou outros termos e condições relevantes de cada fundo da BlackRock.
Os entendimentos aqui expressos não refletem necessariamente o entendimento da BlackRock, no seu conjunto ou em parte, nem constituem assessoria ou recomendação de investimento ou de qualquer outra natureza.
Qualquer pesquisa encontrada nestas páginas foi obtida e pode ter sido usada pela BlackRock para os seus próprios fins.
Os entendimentos aqui expressos não refletem necessariamente o entendimento da BlackRock, no seu conjunto ou em parte, nem constituem assessoria ou recomendação de investimento ou de qualquer outra natureza.
Qualquer pesquisa encontrada nestas páginas foi obtida e pode ter sido usada pela BlackRock para os seus próprios fins.
Este sítio da internet (website) é gerido e emitido pela BlackRock (Netherlands) B.V., que está autorizada e regulada pela Autoriteit Financiële Markten (número de registo 1201423). Pode ter acesso às regras e recomendações da Autoriteit Financiële Markten através do seguinte link: http://www.afm.nl. A BlackRock (Netherlands) B.V. Limited é uma sociedade registada em Holanda, sob o nº. 17068311. Sede Social: Amstelplein 1, 1096 HA, Amsterdam. BlackRock é uma designação comercial da BlackRock (Netherlands) B.V.. Número de IVA 007883250. As questões genéricas sobre este sítio da internet (website) deverão ser enviadas para o endereço EMEAwebmaster@blackrock.com. Este endereço de correio eletrónico não deverá ser utilizado para quaisquer questões relacionadas com investimentos.
Informação Relevante
Uma classificação de fundos S&P Capital IQ (S&P Capital IQ fund grading) representa apenas uma opinião e não deverá servir de base a uma tomada de decisão. O desempenho passado não é indicativo de resultados futuros. As taxas de câmbio podem afetar o valor dos investimentos. Copyright © 2019 por McGraw-Hill international (UK) Limited (S&P), uma subsidiária da The McGraw-Hill Companies, Inc. Todos os direitos reservados.
© 2019 Morningstar. Todos os direitos reservados. A informação, dados, análises e opiniões contidas neste documento (1) incluem a informação de propriedade exclusiva da Morningstar, (2) não poderão ser copiados nem redistribuídos, (3) não constituem assessoria ou recomendação de investimento concedida pela Morningstar, (4) são providenciados apenas para efeitos informativos e portanto não constituem uma oferta para comprar ou vender valores mobiliários e (5) não se garante que sejam corretos, completos ou exatos. A Morningstar não será responsável por qualquer decisão de negociação, danos, prejuízos ou quaisquer outras perdas resultantes ou relacionadas com a presente informação, dados, análises ou opiniões, ou com a sua utilização. A qualificação do Analyst Rating™ da Morningstar é de natureza subjetiva e reflete a expectativa atual da Morningstar sobre futuros eventos/comportamentos relacionados com um fundo particular. Por certos eventos/comportamentos poderem vir a ser diferentes do expectável, a Morningstar não garante que um fundo terá um desempenho em linha com a qualificação do Analyst Rating da Morningstar. Do mesmo modo, o Analyst Rating da Morningstar não deve ser entendido como qualquer forma de garantia ou avaliação de fiabilidade creditícia de um fundo ou dos seus valores mobiliários subjacentes e não deve ser usado como única base para a tomada de uma decisão de investimento.
Market take
Weekly video_20260223
Roelof Salomons
Portfolio Strategist, BlackRock Investment Institute
Opening frame: What’s driving markets? Market take
Camera frame
Markets are laser-focused on the AI buildout – but we see other forces at work as well. Geopolitical fragmentation has Japan and Europe ramping up fiscal spending, creating new return drivers.
Title slide: New return drivers in Japan, Europe
1: In Japan, a structural slow burn – not a sugar rush
In Japan, we are overweight equities. Return on equity has steadily risen, narrowing the gap with the US and Europe. And this is not just a sugar rush from fiscal expansion. It’s a slow-burn – it’s a structural shift. A focus on capital discipline and shareholder returns is lifting profitability. Japanese companies also have less cross-shareholdings, which makes Japan more attractive to foreign investors.
These improvements come against a backdrop of strong nominal growth and rising wages. The end of deflation has enabled firms to raise prices without losing demand. And the Liberal Democratic Party’s [historic election] win provides political continuity and paves the way for more fiscal spending on national security – an example of geopolitical fragmentation, a mega force which is also at play.
2: In Europe, sector dispersion set to drive returns
In Europe, by contrast, we think overall return on equity will need to improve via productivity gains – not just one-off cyclical boosts. As a result, we’re focused on select sectors.
We favor sectors that benefit from increased defense, infrastructure and energy spending. We also like pharma. It enjoys solid earnings, low valuations – and there are growth opportunities via AI innovation and efficiencies.
Financials are another top pick. Europeans are big savers, and policymakers are making it easier for households to invest and for companies to raise capital, including through the European Savings and Investment Union. We see undervalued European financials in a prime position to channel savings into productive investments.
3: Fiscal expansion not for free
But all this fiscal expansion does not come for free in bond markets. As governments raise spending, investors are scrutinizing debt sustainability and demand more compensation for holding long-duration paper. And that shows up: It’s pressure on long-end bond yields – most visible in Japan, but also elsewhere.
Higher issuance and stickier inflation can keep [long-term] rates elevated. And that keeps us underweight government bonds, particularly at the long end, relative to equities.
Outro: Here’s our Market take
Fiscal expansion tied to geopolitical fragmentation is creating return drivers outside of AI. We prefer Japanese equities over government bonds. And in Europe, we focus on sectors that benefit from fiscal stimulus and sectors where profitability and growth isn’t priced in, like pharma and financials.
Closing frame: Read details: blackrock.com/weekly-commentary
Além da IA, outras megatendências impulsionam retornos. Sobreponderamos ações japonesas e seletivos na UE.
O Supremo Tribunal dos EUA rejeitou a imposição de tarifas. O governo respondeu com outras medidas para repôr as mesmas, com base em medidas de emergência.
Os dados finais da inflação na zona euro estão em foco esta semana. Prevemos um nivel de taxas inalterado ao longo de 2026, no caso da inflação cair para niveis inferiores a 2%.
Os mercados estão extremamente focados no desenvolvimento da IA, mas há muitas oportunidades moldadas por outras mega forças. Exemplo: o Japão e a Europa estão a aumentar os gastos fiscais para impulsionar a autossuficiência em meio à fragmentação geopolítica. A expansão fiscal é apenas uma das razões para ganhar exposição a essa tendência em evolução. No Japão, as reformas corporativas sustentadas sustentam a nossa sobreponderação em ações. Na Europa, concentramo-nos nos setores de ações, favorecendo infraestruturas, farmacêuticas e financeiras.
Retorno sobre o capital próprio, 1975-2026
Fonte: BlackRock Investment Institute com dados da LSEG Datastream, fevereiro de 2026. Retorno agregado implícito derivado dos rácios de avaliação do índice com base nos índices de ações por país da MSCI.
As ações dos mercados desenvolvidos internacionais estão a apresentar um desempenho superior este ano, depois de terem superado as suas congéneres americanas no ano passado. Será tarde demais para entrar no mercado? Não achamos que sim. O retorno sobre o capital próprio (ROE) do Japão tem subido de forma constante, reduzindo a diferença em relação aos EUA e à Europa. Veja o gráfico. Não se trata apenas de um aumento repentino devido à expansão fiscal. É, na verdade, uma força estrutural de ação lenta: O foco na disciplina de capital e no retorno aos acionistas está a elevar a rentabilidade subjacente. As empresas japonesas estão agora focadas em maximizar os lucros, em vez de minimizar a dívida. E um declínio constante nas participações cruzadas entre empresas está a tornar o Japão mais atraente para os investidores estrangeiros. Na Europa, acreditamos que o ROE geral precisará melhorar por meio de ganhos de produtividade, em vez de ser impulsionado por aumentos cíclicos pontuais. Como resultado, estamos focados nas oportunidades setoriais na região.
As melhorias nas empresas japonesas estão a tomar forma num contexto macroeconómico favorável, caracterizado por um forte crescimento nominal e gastos fiscais. Os salários estão a aumentar e o fim da deflação permitiu às empresas aumentar os preços sem perder procura. Consideramos que a vitória histórica do Partido Liberal Democrático da primeira-ministra Sanae Takaichi nas eleições oferece continuidade e previsibilidade nesta frente. A maioria do PLD apoia o aumento dos gastos fiscais na economia e na segurança nacional. Essa trajetória fiscal insere-se na megaforça da fragmentação geopolítica: está a impulsionar as economias para o reforço das capacidades, à medida que as nações tentam tornar-se mais autossuficientes. Esta mudança crescente ficou patente na recente Conferência de Segurança de Munique.
Na Europa, gostamos de setores que se beneficiam desse aumento dos gastos com defesa, infraestrutura e energia, conforme destacamos em "O que é necessário para o renascimento dos investimentos na Europa". Vemos a dispersão setorial impulsionando o desempenho. O setor farmacêutico é um excelente exemplo: o segmento tem lucros sólidos, avaliações baixas em relação ao histórico e perspectivas de crescimento graças à inovação em IA e ao rápido envelhecimento da população. O setor financeiro é outra escolha importante. Os europeus são grandes poupadores e os decisores políticos estão a facilitar o investimento das famílias — uma mudança também em curso no Japão através do programa Nippon Individual Savings Account (NISA) — e a captação de capital pelas empresas através de iniciativas como a União da Poupança e do Investimento (SIU) da UE. Vemos o setor financeiro europeu subvalorizado pronto para canalizar essas poupanças para investimentos produtivos.
O principal risco: a expansão fiscal não é gratuita nos mercados obrigacionistas. Os investidores estão a analisar a sustentabilidade da dívida e a exigir mais compensação para manter títulos de longo prazo, à medida que os governos aumentam os gastos estratégicos. Isso se traduz em prémios de prazo mais elevados e pressão ascendente sobre os rendimentos de longo prazo, mais visível no Japão, mas cada vez mais relevante em outros lugares. Além disso, o aumento das emissões e a inflação mais persistente podem manter as taxas de longo prazo elevadas. É por isso que continuamos a subponderar os títulos do governo, especialmente os de longo prazo, em relação às ações.
A expansão fiscal associada à fragmentação geopolítica está a criar fatores de retorno fora da IA. Preferimos ações japonesas a títulos do governo, devido a uma combinação de reformas corporativas e apoio fiscal. Na Europa, vemos a dispersão setorial a impulsionar os resultados. Concentramo-nos nos beneficiários dos estímulos, como infraestruturas, bem como farmacêuticas e financeiras.
O Supremo Tribunal decidiu contra o uso de poderes de emergência pela administração Trump para impor tarifas, como esperado. A decisão não altera o foco da administração no comércio como elemento central da sua política económica e estratégica, em nossa opinião. A Casa Branca agiu rapidamente para usar outras medidas para reimpor tarifas. O S&P 500 subiu 1% na semana passada. O petróleo bruto Brent subiu cerca de 6%, para mais de US$ 70 por barril, devido ao aumento da presença militar dos EUA no Médio Oriente em meio a tensões com o Irão.
Estamos atentos para ver se a confiança do consumidor nos EUA sinaliza alguma mudança no cenário da procura. Também aguardamos a inflação final na zona do euro para ver se há sinais de que as pressões sobre os preços estão a diminuir, depois de o Banco Central Europeu ter mantido as taxas estáveis no início deste mês. Esperamos um crescimento estável e uma inflação que poderá ficar abaixo dos 2%. Isso deve manter o BCE em espera em 2026 — uma escolha sensata, dada a pressão ascendente sobre a inflação devido a restrições de oferta e à flexibilização da política fiscal.
O desempenho passado não é um indicador fiável dos resultados atuais ou futuros. Os índices não são geridos e não têm em conta as comissões. Não é possível investir diretamente num índice. Fontes: BlackRock Investment Institute, com dados da LSEG Datastream a 19 de fevereiro de 2026. Notas: As duas extremidades das barras mostram os retornos mais baixos e mais altos em qualquer momento do ano até à data, e os pontos representam os retornos atuais do ano até à data. Os retornos dos mercados emergentes (EM), de alto rendimento e de grau de investimento corporativo global (IG) são denominados em dólares americanos, e os restantes em moedas locais. Os índices ou preços utilizados são: petróleo bruto Brent à vista, Índice ICE do Dólar Americano (DXY), ouro à vista, bitcoin à vista, Índice MSCI de Mercados Emergentes, Índice MSCI Europa, Índice LSEG Datastream de títulos públicos de referência a 10 anos (EUA, Alemanha e Itália), Índice Bloomberg Global de Alto Rendimento, Índice J.P. Morgan EMBI, Índice Bloomberg Global Corporativo e Índice MSCI EUA.
Confiança do consumidor nos EUA
Inflação final na zona do euro
PPI dos EUA
As nossas opiniões mais convictas para horizontes de seis a 12 meses (táticos) e mais de cinco anos (estratégicos), fevereiro de 2026
| Razões | ||
|---|---|---|
| Tático | ||
| Ainda favorecemos a IA | Vemos o tema da IA apoiado por lucros sólidos, margens de lucro resilientes e balanços patrimoniais saudáveis em grandes empresas de tecnologia listadas. A flexibilização contínua do Fed até 2026 e a redução da incerteza política sustentam a nossa sobreponderação em ações dos EUA. | |
| Exposições internacionais selecionadas | Gostamos das ações japonesas devido ao forte crescimento nominal e às reformas na governança corporativa. Continuamos seletivos em relação às ações europeias, favorecendo os setores financeiro, de serviços públicos e de saúde. Em renda fixa, preferimos os mercados emergentes devido à maior resiliência econômica e às políticas fiscais e monetárias disciplinadas. | |
| Diversificadores em evolução | Sugerimos procurar um hedge de carteira “plano B”, uma vez que os títulos do Tesouro dos EUA de longo prazo já não proporcionam estabilidade à carteira – e estar atento a possíveis mudanças no sentimento do mercado. Gostamos do ouro como uma jogada tática com fatores idiossincráticos, mas não o vemos como um hedge de carteira de longo prazo. | |
| Estratégicas | ||
| Construção da carteira | Preferimos uma abordagem baseada em cenários, à medida que surgem vencedores e perdedores na área da IA. Apoiamo-nos nos mercados privados e nos fundos de cobertura para obter retornos idiossincráticos e ancorar as carteiras em mega forças. | |
| Ações de infraestrutura e crédito privado | Consideramos as avaliações das ações de infraestrutura atraentes e as mega forças sustentam a demanda estrutural. Ainda gostamos do crédito privado, mas vemos dispersão à frente – destacando a importância da seleção de gestores. | |
| Para além dos índices de capitalização bolsista de referência | Somos minuciosos nos mercados públicos. Preferimos títulos públicos de mercados desenvolvidos fora dos EUA. Em ações, preferimos mercados emergentes em vez de mercados desenvolvidos, mas somos seletivos em ambos. Nos mercados emergentes, gostamos da Índia, que se encontra na intersecção de mega forças. Nos mercados desenvolvidos, gostamos do Japão, pois a inflação moderada e as reformas corporativas melhoram as perspetivas. | |
Nota: As opiniões são da perspetiva do dólar americano, fevereiro de 2026. Este material representa uma avaliação do ambiente de mercado em um momento específico e não pretende ser uma previsão de eventos futuros ou uma garantia de resultados futuros. Esta informação não deve ser considerada pelo leitor como pesquisa ou conselho de investimento em relação a quaisquer fundos, estratégias ou títulos específicos.
Visões táticas de seis a 12 meses sobre ativos selecionados em comparação com classes de ativos globais amplas por nível de convicção, fevereiro de 2026

Aumentámos o nosso horizonte de investimento tático para seis a 12 meses. A tabela abaixo reflete isso e, mais importante, deixa de lado a oportunidade de alfa, ou o potencial de gerar retornos acima do índice de referência – especialmente em um momento de maior volatilidade.
| Recurso | Visualização | Comentário | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Mercados desenvolvidos | ||||||
| Estados Unidos | Estamos sobreponderados. Os fortes lucros das empresas, impulsionados em parte pelo tema da IA, são apoiados por um cenário macroeconómico favorável: flexibilização contínua da Reserva Federal, otimismo económico generalizado e menor incerteza política, particularmente na frente comercial. | |||||
| Europa | Estamos neutros. Precisaríamos ver políticas mais favoráveis aos negócios e mercados de capitais mais profundos para que o desempenho superior recente continuasse e justificasse uma sobreponderação ampla. Continuamos seletivos, favorecendo os setores financeiro, de serviços públicos e de saúde. | |||||
| Reino Unido | Estamos neutros. As avaliações continuam atraentes em relação aos EUA, mas vemos poucos para desencadear uma mudança. | |||||
| Japão | Estamos sobreponderados. O forte PIB nominal, os investimentos corporativos saudáveis e as reformas de governança – como o declínio das participações cruzadas – apoiam as ações. | |||||
| Mercados emergentes | Estamos neutros. A resiliência económica melhorou, mas a seletividade é fundamental. Vemos oportunidades nos mercados emergentes ligadas à IA e à transição energética e vemos a reestruturação das cadeias de abastecimento a beneficiar países como o México, o Brasil e o Vietname. | |||||
| China | Estamos neutros. As relações comerciais com os EUA estabilizaram, mas as tensões no setor imobiliário e o envelhecimento da população ainda limitam as perspetivas macroeconómicas. A atividade relativamente resiliente limita a urgência de políticas no curto prazo. Gostamos de setores como IA, automação e geração de energia. Ainda favorecemos a tecnologia chinesa dentro da nossa visão neutra. | |||||
| Rendimento fixo | ||||||
| Títulos do Tesouro dos EUA de curto prazo | Estamos neutros. Vemos outros ativos a oferecer retornos mais atraentes, uma vez que as taxas de rendimento de curto prazo caíram juntamente com a taxa de política monetária dos EUA. | |||||
| Títulos do Tesouro dos EUA de longo prazo | Estamos subponderados. Vemos os elevados custos do serviço da dívida e os compradores domésticos sensíveis aos preços a empurrar para cima o prémio de prazo. No entanto, vemos riscos para esta perspetiva: uma inflação mais baixa e melhores receitas fiscais podem empurrar os rendimentos para baixo no curto prazo. | |||||
| Títulos globais indexados à inflação | Estamos neutros. Acreditamos que a inflação se estabilizará acima dos níveis pré-pandêmicos, mas os mercados podem não precificar isso no curto prazo, à medida que o crescimento esfria. | |||||
| Obrigações governamentais da zona euro | Somos neutros. Concordamos com as previsões do mercado sobre a política do BCE e acreditamos que os preços atuais refletem, em grande parte, o aumento da emissão de obrigações alemãs para financiar o seu pacote de estímulos fiscais. Preferimos obrigações governamentais fora da Alemanha. | |||||
| Títulos do Reino Unido | Estamos neutros. O orçamento recente visa reforçar a confiança do mercado através da consolidação fiscal. Mas os cortes diferidos no endividamento podem trazer de volta a volatilidade do mercado de títulos do Tesouro. | |||||
| Títulos do governo japonês | Estamos subponderados. Os aumentos das taxas de juro, o prémio de prazo global mais elevado e a forte emissão de obrigações irão provavelmente fazer subir ainda mais as taxas de rendibilidade. | |||||
| Títulos do governo chinês | Estamos neutros. Os títulos da China oferecem estabilidade e diversificação, mas os rendimentos dos mercados desenvolvidos são mais elevados e a mudança do sentimento dos investidores para as ações limita o potencial de valorização. | |||||
| MBS de agências dos EUA | Estamos sobreponderados. Os MBS de agências oferecem rendimentos mais elevados do que os títulos do Tesouro com risco semelhante e podem oferecer mais diversificação em meio a pressões fiscais e inflacionárias. | |||||
| Crédito IG de curto prazo | Estamos neutros. A solidez das empresas significa que os spreads são baixos, mas podem aumentar se as emissões aumentarem e os investidores migrarem para os títulos do Tesouro dos EUA à medida que o Fed reduz as taxas. | |||||
| Crédito IG de longo prazo | Estamos subponderados. Preferimos obrigações de curto prazo menos expostas ao risco de taxa de juro em detrimento das obrigações de longo prazo. | |||||
| Alto rendimento global | Estamos neutros. O alto rendimento oferece um carry mais atraente num ambiente em que o crescimento se mantém estável, mas acreditamos que a dispersão entre emissores mais fortes e mais fracos aumentará. | |||||
| Crédito asiático | Estamos neutros. Os rendimentos globais são atrativos e os fundamentos são sólidos, mas os spreads estão apertados. | |||||
| Moeda forte emergente | Estamos sobreponderados. Um dólar americano mais fraco, taxas mais baixas nos EUA e políticas fiscais e monetárias eficazes nos mercados emergentes melhoraram a resiliência económica. Preferimos obrigações de alto rendimento. | |||||
| Moeda local emergente | Estamos neutros. Um dólar americano mais fraco impulsionou a dívida dos mercados emergentes em moeda local, mas não está claro se esse enfraquecimento irá persistir. | |||||
O desempenho passado não é um indicador fiável dos resultados atuais ou futuros. Não é possível investir diretamente num índice. Nota: As opiniões são apresentadas numa perspetiva do dólar americano. Este material representa uma avaliação do ambiente de mercado num momento específico e não pretende ser uma previsão ou garantia de resultados futuros. Estas informações não devem ser consideradas como conselhos de investimento relativos a qualquer fundo, estratégia ou título específico.
