IDEIAS DESTACADAS
RECURSOS
Neste website, os Investidores Profissionais são investidores que se qualificam como Cliente Profissional e como Investidor Qualificado.
Em suma, uma pessoa que possa ser classificada como cliente profissional ao abrigo da Diretiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros e como investidor qualificado de acordo com a Diretiva dos Prospetos deverá, de um modo geral, cumprir com um ou vários dos seguintes requisitos:
(1) Uma entidade que deva ser autorizada ou regulamentada para operar nos mercados financeiros. A lista seguinte inclui todas as entidades autorizadas a exercerem as atividades características das entidades referidas, quer sejam autorizadas por um Estado do Espaço Económico Europeu ou por um país terceiro e quer sejam autorizadas ou não por referência a uma diretiva:
(a) uma instituição de crédito;
(b) uma empresa de investimento;
(c) qualquer outra instituição financeira autorizada ou regulamentada;
(d) uma companhia de seguros;
(e) um organismo de investimento coletivo ou a sociedade de gestão desse organismo;
(f) um fundo de pensões ou a sociedade de gestão de um fundo de pensões;
(g) um operador em mercadorias ou derivados de mercadorias;
(h) um local;
(i) qualquer outro investidor institucional.
(2) Uma grande empresa que cumpra com dois dos seguintes testes: (i) um balanço total de EUR 43.000.000, (ii) um volume de negócios líquido anual de EUR 50.000.000 e (iii) um número médio de funcionários durante o ano de 250.
(3) Um governo nacional ou regional, um organismo público que gira a dívida pública, um banco central, uma instituição internacional ou supranacional (como o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, o Banco Central Europeu ou o Banco Europeu de Investimento) ou outra organização internacional semelhante.
(4) Uma pessoa singular residente num Estado do Espaço Económico Europeu que permita a autorização de pessoas singulares como investidores qualificados, que peça expressamente para ser tratada como um cliente profissional e um investidor qualificado e que cumpra com, pelo menos, dois dos seguintes critérios: (i) efetuou transações em mercados de valores mobiliários com uma frequência média de, pelo menos, 10 por trimestre durante os quatro trimestres anteriores ao pedido, (ii) a dimensão da sua carteira de instrumentos financeiros, definida como incluindo depósitos em numerário e instrumentos financeiros, excede EUR 500.000, (iii) trabalha ou trabalhou durante, pelo menos, um ano no setor financeiro numa posição profissional que exija conhecimentos em matéria de investimento em valores mobiliários.
Tenha em atenção que o resumo acima é fornecido apenas para fins informativos. Se não tiver a certeza se pode ser classificado como cliente profissional ao abrigo da Diretiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros e como investidor qualificado ao abrigo da Diretiva dos Prospetos, então deve procurar aconselhamento independente.
Investidor privado
Um investidor privado, também conhecido como cliente não profissional, é uma organização de clientes ou uma pessoa singular que não pode cumprir, ao mesmo tempo, com (i) um ou vários dos critérios de cliente profissional estabelecidos no Anexo II da Diretiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros (Diretiva 2004/39/CE) e (ii) um ou vários critérios de investidor qualificado estabelecidos no Artigo 2.º da Diretiva dos Prospetos (Diretiva 2003/71/CE).
Em suma, uma pessoa que possa ser classificada como cliente profissional ao abrigo da Diretiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros e como investidor qualificado de acordo com a Diretiva dos Prospetos deverá, de um modo geral, cumprir com um ou vários dos seguintes requisitos:
(1) Uma entidade que deva ser autorizada ou regulamentada para operar nos mercados financeiros. A lista seguinte inclui todas as entidades autorizadas a exercerem as atividades características das entidades referidas, quer sejam autorizadas por um Estado do Espaço Económico Europeu ou por um país terceiro e quer sejam autorizadas ou não por referência a uma diretiva:
(a) uma instituição de crédito;
(b) uma empresa de investimento;
(c) qualquer outra instituição financeira autorizada ou regulamentada;
(d) uma companhia de seguros;
(e) um organismo de investimento coletivo ou a sociedade de gestão desse organismo;
(f) um fundo de pensões ou a sociedade de gestão de um fundo de pensões;
(g) um operador em mercadorias ou derivados de mercadorias;
(h) um local;
(i) qualquer outro investidor institucional.
(2) Uma grande empresa que cumpra com dois dos seguintes testes: (i) um balanço total de EUR 20.000.000, (ii) um volume de negócios líquido anual de EUR 40.000.000 e (iii) fundos próprios de EUR 2.000.000.
(3) Um governo nacional ou regional, um organismo público que gira a dívida pública, um banco central, uma instituição internacional ou supranacional (como o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, o Banco Central Europeu ou o Banco Europeu de Investimento) ou outra organização internacional semelhante.
(4) Uma pessoa singular residente num Estado do Espaço Económico Europeu que permita a autorização de pessoas singulares como investidores qualificados, que peça expressamente para ser tratada como um cliente profissional e um investidor qualificado e que cumpra com, pelo menos, dois dos seguintes critérios: (i) efetuou transações em mercados de valores mobiliários com uma frequência média de, pelo menos, 10 por trimestre durante os quatro trimestres anteriores ao pedido, (ii) a dimensão da sua carteira de instrumentos financeiros, definida como incluindo depósitos em numerário e instrumentos financeiros, excede EUR 500.000, (iii) trabalha ou trabalhou durante, pelo menos, um ano no setor financeiro numa posição profissional que exija conhecimentos em matéria de investimento em valores mobiliários.
Tenha em atenção que o resumo acima é fornecido apenas para fins informativos. Se não tiver a certeza se pode ser classificado como cliente profissional ao abrigo da Diretiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros e como investidor qualificado ao abrigo da Diretiva dos Prospetos, então deve procurar aconselhamento independente.
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Os entendimentos aqui expressos não refletem necessariamente o entendimento da BlackRock, no seu conjunto ou em parte, nem constituem assessoria ou recomendação de investimento ou de qualquer outra natureza.
Qualquer pesquisa encontrada nestas páginas foi obtida e pode ter sido usada pela BlackRock para os seus próprios fins.
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Weekly video_20260316
Ehsan Khoman
Economist, BlackRock Investment Institute
Opening frame: What’s driving markets? Market take
Camera frame
The key issue is whether the sharp drop in shipping through the Strait of Hormuz lasts long enough to induce stagflation. We see a feedback loop between markets and geopolitics: the conflict boosts oil and gas prices, but the political and economic strain from higher prices may limit how long the conflict lasts.
Title slide: Pressures to shape Mideast conflict
1: A historic supply disruption
Shipping traffic through the Strait of Hormuz has plummeted due to attacks on energy transport and facilities in the Persian Gulf. Oil and gas prices have surged.
This goes beyond spiking prices. It’s a supply shock to energy flows with spillover risks to the broader economy.
2: Regional vulnerabilities
That said, the impact varies by region. Equity markets in Europe and Asia have fared worse than the US since the conflict began. They import much of their energy from the Gulf, while the US has strong domestic supply – helping insulate it from the shock.
3: Markets and geopolitics
We see a feedback loop at work: the conflict is driving prices, but prices could shape the conflict – and potentially lead to de-escalation. Limiting shipping gives Iran leverage, but it also hurts them economically. Higher US gas prices, meanwhile, may heighten political sensitivity.
We think risk assets could recover over a six-to-12-month horizon if a clear end to the conflict emerges. In the meantime, we favor US assets.
Outro: Here’s our Market take
A protracted conflict could tighten financial conditions and raise stagflation risks. Yet the same pressures driving the energy shock could also catalyze de-escalation.
Closing frame: Read details: blackrock.com/weekly-commentary.
Os mercados enfrentam a possibilidade de um choque prolongado na oferta e fluxo energético. Acreditamos que o aumento da pressão económica e politica possa exercer um efeito de contenção.
Após volatilidade histórica, o petróleo estabiliza perto dos $100; sobem as yields soberanas e caem as ações, com melhor desempenho relativo nos EUA.
Espera-se que os bancos centrais, incluindo a Reserva Federal, mantenham as taxas inalteradas. Esperamos que as previsões económicas ofereçam dados sobre a sua visão da crise energética.
O conflito no Médio Oriente levou ao encerramento efetivo do Estreito de Ormuz — um ponto nevrálgico da energia mundial — e está a causar repercussões nos mercados e nas cadeias de abastecimento. Consideramos que se trata de um choque macroeconómico global evidente, independentemente do desfecho, com um aumento da inflação e das taxas de rendibilidade das obrigações. No entanto, se o encerramento se prolongar, pensamos que poderá surgir um ciclo vicioso: o conflito impulsiona os preços, mas as consequências políticas e económicas poderão limitar o conflito. Damos preferência às ações dos EUA e consideramos que os diversificadores clássicos de carteira enfrentam dificuldades.
Viagens diárias pelo Estreito de Ormuz, fevereiro-março de 2026 140
Fonte: BlackRock Investment Institute com dados do IMF PortWatch, Lloyd's List, Seasearcher e BlackRock Hormuz Strait Dashboard, março de 2026. Notas: O comércio geral inclui contentores, carga geral e navios roll-on/roll-off. As viagens «sombra» são estimativas inferidas a partir de navios que enviaram pelo menos um sinal AIS dentro do Golfo Pérsico desde o início do conflito, em 28 de fevereiro.
O fluxo de energia e mercadorias através do Estreito de Ormuz – a via de passagem de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito (GNL) do mundo – é fundamental para o desenrolar deste ciclo de retroalimentação. A libertação recorde de cerca de 400 milhões de barris de reservas pela Agência Internacional de Energia proporcionou um alívio limitado aos preços do petróleo. No entanto, o conflito afeta mais do que apenas os preços da energia. O choque na cadeia de abastecimento aumenta os custos de produção, prejudicando o crescimento. Também agrava as pressões inflacionistas já existentes e faz subir as taxas de rendimento – tornando mais difícil para os investidores e os bancos centrais ignorarem essas pressões. Quanto mais tempo o abastecimento estiver interrompido, maior será o impacto macroeconómico global. É por isso que monitorizamos diretamente quaisquer sinais de atividade de transporte marítimo. Veja o gráfico. Uma ferramenta da nossa equipa de Ações Fundamentais acompanha o tráfego observável e o tráfego «oculto» – navios com os transponders desligados. Até domingo, as viagens semanais representavam cerca de 7% da média dos 12 meses anteriores.
Observamos que os impactos dos picos nos preços da energia provocados por conflitos se manifestam de forma muito diferente nas várias regiões. Consideramos que uma diferença fundamental entre o petróleo e o GNL torna o Norte da Ásia particularmente vulnerável. O petróleo pode ser redirecionado, mas o GNL está ligado à infraestrutura regional – e o Norte da Ásia depende das importações pelo estreito para ambos. A nossa análise mostra que o Japão, por exemplo, obtém cerca de 70-90% do seu petróleo e cerca de 10-15% do seu GNL através do estreito. Alguns países asiáticos estão a acumular reservas – uma medida que reduz a oferta e pode amplificar a volatilidade. A Europa também está exposta, com o choque de oferta resultante de um encerramento do estreito durante meses potencialmente a duplicar o dos EUA. Apenas cerca de 4 a 8% do petróleo dos EUA provém do estreito – muito menos do que economias importantes como a França, a Itália e a Alemanha (cerca de 20 a 45%). Vemos isto refletido no desempenho: as ações na Europa e na Ásia caíram mais do que nos EUA.
Mas é aqui que entra em ação a outra parte do ciclo de retroalimentação: efeitos em cadeia como este criam pressões económicas e políticas para a desescalada. Vimos isto acontecer numa única jornada na passada segunda-feira. O petróleo registou a sua maior oscilação intradiária de sempre depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, ter afirmado que a guerra poderia terminar «muito em breve». Desde então, o petróleo bruto Brent voltou a subir para cerca de 100 dólares, à medida que os ataques do Irão ao transporte e às instalações energéticas se intensificaram. Limitar o transporte marítimo no estreito dá vantagem ao Irão, mas prejudica-o economicamente – um incentivo para pôr fim ao conflito. A frustração crescente com os preços mais elevados da gasolina nos EUA também poderá funcionar como um incentivo. Se os atuais preços do petróleo bruto se mantiverem durante seis meses, prevemos um impacto negativo significativo no crescimento global e um aumento da inflação.
Na nossa opinião, há poucos locais onde se possa esconder deste choque de oferta a curto prazo. As obrigações do Estado e o ouro não estão a servir de contrapeso à queda das ações. Isto porque — como há muito afirmamos — os investidores exigem uma maior compensação pelo risco de deter obrigações de longo prazo, tendo em conta a inflação persistente e os elevados níveis de endividamento. Este último choque de oferta apenas intensifica essa dinâmica, invertendo a narrativa recente do mercado sobre a desinflação e exercendo uma maior pressão ascendente sobre as taxas de rendibilidade das obrigações. No entanto, num horizonte de seis a 12 meses, pensamos que os ativos de risco poderão recuperar se surgir um desfecho. Continuamos a preferir as ações dos EUA no tema da IA. Também gostamos da dívida em moeda forte dos mercados emergentes, onde os índices se inclinam para exportadores de matérias-primas como o Brasil.
O que importa é a duração do conflito – e o impacto em cadeia nas cadeias de abastecimento. As nossas perspetivas táticas assentam na reabertura do estreito dentro de algumas semanas, devido a pressões económicas e políticas, mesmo que se verifique uma deterioração a curto prazo.
O petróleo Brent encerrou a semana acima dos 100 dólares por barril, após uma oscilação intradiária de magnitude histórica na passada segunda-feira, impulsionada pelas esperanças de uma resolução a curto prazo do conflito no Médio Oriente. Os mercados esperam que os preços desçam até ao final do ano, o que indica otimismo quanto a uma resolução a curto prazo. Os preços do gás natural na Europa subiram cerca de 60% desde o dia anterior aos ataques dos EUA e de Israel ao Irão. O S&P 500 caiu cerca de 2% na semana, com as obrigações do Estado a oferecerem pouco refúgio: as taxas de rendibilidade das obrigações do Tesouro dos EUA a 10 anos subiram para 4,28%.
Estamos atentos à forma como os principais bancos centrais respondem ao choque energético decorrente do conflito no Médio Oriente – especialmente tendo em conta a mudança brusca nas expectativas, que passaram de possíveis cortes nas taxas para potenciais aumentos, com exceção da Reserva Federal. O consenso aponta para que todos os principais bancos centrais, incluindo a Reserva Federal, mantenham as taxas inalteradas esta semana. Estaremos atentos às projeções económicas atualizadas para perceber como estão a avaliar o impacto do choque energético nas políticas monetárias.
O desempenho passado não constitui um indicador fiável dos resultados atuais ou futuros. Os índices não são geridos e não têm em conta as comissões. Não é possível investir diretamente num índice. Fontes: BlackRock Investment Institute, com dados da LSEG Datastream a 13 de março de 2026. Notas: As duas extremidades das barras mostram os rendimentos mais baixos e mais elevados em qualquer momento do ano até à data, e os pontos representam os rendimentos acumulados do ano até à data. Os retornos dos mercados emergentes (EM), de alto rendimento e das obrigações corporativas globais com notação de investimento (IG) são expressos em dólares americanos, e os restantes em moedas locais. Os índices ou preços utilizados são: petróleo bruto Brent à vista, Índice do Dólar dos EUA da ICE (DXY), ouro à vista, bitcoin à vista, Índice MSCI de Mercados Emergentes, Índice MSCI Europa, índice de obrigações do Estado de referência a 10 anos da LSEG Datastream (EUA, Alemanha e Itália), Índice Bloomberg Global High Yield, Índice J.P. Morgan EMBI, Índice Bloomberg Global Corporate e Índice MSCI EUA.
Inquérito Empire State dos EUA
Decisão de política monetária da Reserva Federal; Decisão de política monetária do Banco do Japão
Decisão de política monetária do Banco de Inglaterra; decisão de política monetária do BCE
Decisão de política monetária
Balança comercial da zona euro
As nossas opiniões mais convictas para horizontes de seis a 12 meses (táticos) e mais de cinco anos (estratégicos), março de 2026
| Razões | ||
|---|---|---|
| Tático | ||
| Ainda favorecemos a IA | Vemos o tema da IA apoiado por lucros sólidos, margens de lucro resilientes e balanços patrimoniais saudáveis em grandes empresas de tecnologia listadas. A flexibilização contínua do Fed até 2026 e a redução da incerteza política sustentam a nossa sobreponderação em ações dos EUA. | |
| Exposições internacionais selecionadas | Gostamos das ações japonesas devido ao forte crescimento nominal e às reformas na governança corporativa. Continuamos seletivos em relação às ações europeias, favorecendo os setores financeiro, de serviços públicos e de saúde. Em renda fixa, preferimos os mercados emergentes devido à maior resiliência econômica e às políticas fiscais e monetárias disciplinadas. | |
| Diversificadores em evolução | Sugerimos procurar um hedge de carteira “plano B”, uma vez que os títulos do Tesouro dos EUA de longo prazo já não proporcionam estabilidade à carteira – e estar atento a possíveis mudanças no sentimento do mercado. Gostamos do ouro como uma jogada tática com fatores idiossincráticos, mas não o vemos como um hedge de carteira de longo prazo. | |
| Estratégicas | ||
| Construção da carteira | Preferimos uma abordagem baseada em cenários, à medida que surgem vencedores e perdedores na área da IA. Apoiamo-nos nos mercados privados e nos fundos de cobertura para obter retornos idiossincráticos e ancorar as carteiras em mega forças. | |
| Ações de infraestrutura e crédito privado | Consideramos as avaliações das ações de infraestrutura atraentes e as mega forças sustentam a demanda estrutural. Ainda gostamos do crédito privado, mas vemos dispersão à frente – destacando a importância da seleção de gestores. | |
| Para além dos índices de capitalização bolsista de referência | Somos minuciosos nos mercados públicos. Preferimos títulos públicos de mercados desenvolvidos fora dos EUA. Em ações, preferimos mercados emergentes em vez de mercados desenvolvidos, mas somos seletivos em ambos. Nos mercados emergentes, gostamos da Índia, que se encontra na intersecção de mega forças. Nos mercados desenvolvidos, gostamos do Japão, pois a inflação moderada e as reformas corporativas melhoram as perspetivas. | |
Nota: As opiniões são da perspetiva do dólar americano, março de 2026. Este material representa uma avaliação do ambiente de mercado em um momento específico e não pretende ser uma previsão de eventos futuros ou uma garantia de resultados futuros. Esta informação não deve ser considerada pelo leitor como pesquisa ou conselho de investimento em relação a quaisquer fundos, estratégias ou títulos específicos.
Visões táticas de seis a 12 meses sobre ativos selecionados em comparação com classes de ativos globais amplas por nível de convicção, março de 2026

Aumentámos o nosso horizonte de investimento tático para seis a 12 meses. A tabela abaixo reflete isso e, mais importante, deixa de lado a oportunidade de alfa, ou o potencial de gerar retornos acima do índice de referência – especialmente em um momento de maior volatilidade.
| Recurso | Visualização | Comentário | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Mercados desenvolvidos | ||||||
| Estados Unidos | Estamos sobreponderados. Os fortes lucros das empresas, impulsionados em parte pelo tema da IA, são apoiados por um cenário macroeconómico favorável: flexibilização contínua da Reserva Federal, otimismo económico generalizado e menor incerteza política, particularmente na frente comercial. | |||||
| Europa | Estamos neutros. Precisaríamos ver políticas mais favoráveis aos negócios e mercados de capitais mais profundos para que o desempenho superior recente continuasse e justificasse uma sobreponderação ampla. Continuamos seletivos, favorecendo os setores financeiro, de serviços públicos e de saúde. | |||||
| Reino Unido | Estamos neutros. As avaliações continuam atraentes em relação aos EUA, mas vemos poucos para desencadear uma mudança. | |||||
| Japão | Estamos sobreponderados. O forte PIB nominal, os investimentos corporativos saudáveis e as reformas de governança – como o declínio das participações cruzadas – apoiam as ações. | |||||
| Mercados emergentes | Estamos neutros. A resiliência económica melhorou, mas a seletividade é fundamental. Vemos oportunidades nos mercados emergentes ligadas à IA e à transição energética e vemos a reestruturação das cadeias de abastecimento a beneficiar países como o México, o Brasil e o Vietname. | |||||
| China | Estamos neutros. As relações comerciais com os EUA estabilizaram, mas as tensões no setor imobiliário e o envelhecimento da população ainda limitam as perspetivas macroeconómicas. A atividade relativamente resiliente limita a urgência de políticas no curto prazo. Gostamos de setores como IA, automação e geração de energia. Ainda favorecemos a tecnologia chinesa dentro da nossa visão neutra. | |||||
| Rendimento fixo | ||||||
| Títulos do Tesouro dos EUA de curto prazo | Estamos neutros. Vemos outros ativos a oferecer retornos mais atraentes, uma vez que as taxas de rendimento de curto prazo caíram juntamente com a taxa de política monetária dos EUA. | |||||
| Títulos do Tesouro dos EUA de longo prazo | Estamos subponderados. Vemos os elevados custos do serviço da dívida e os compradores domésticos sensíveis aos preços a empurrar para cima o prémio de prazo. No entanto, vemos riscos para esta perspetiva: uma inflação mais baixa e melhores receitas fiscais podem empurrar os rendimentos para baixo no curto prazo. | |||||
| Títulos globais indexados à inflação | Estamos neutros. Acreditamos que a inflação se estabilizará acima dos níveis pré-pandêmicos, mas os mercados podem não precificar isso no curto prazo, à medida que o crescimento esfria. | |||||
| Obrigações governamentais da zona euro | Somos neutros. Concordamos com as previsões do mercado sobre a política do BCE e acreditamos que os preços atuais refletem, em grande parte, o aumento da emissão de obrigações alemãs para financiar o seu pacote de estímulos fiscais. Preferimos obrigações governamentais fora da Alemanha. | |||||
| Títulos do Reino Unido | Estamos neutros. O orçamento recente visa reforçar a confiança do mercado através da consolidação fiscal. Mas os cortes diferidos no endividamento podem trazer de volta a volatilidade do mercado de títulos do Tesouro. | |||||
| Títulos do governo japonês | Estamos subponderados. Os aumentos das taxas de juro, o prémio de prazo global mais elevado e a forte emissão de obrigações irão provavelmente fazer subir ainda mais as taxas de rendibilidade. | |||||
| Títulos do governo chinês | Estamos neutros. Os títulos da China oferecem estabilidade e diversificação, mas os rendimentos dos mercados desenvolvidos são mais elevados e a mudança do sentimento dos investidores para as ações limita o potencial de valorização. | |||||
| MBS de agências dos EUA | Estamos sobreponderados. Os MBS de agências oferecem rendimentos mais elevados do que os títulos do Tesouro com risco semelhante e podem oferecer mais diversificação em meio a pressões fiscais e inflacionárias. | |||||
| Crédito IG de curto prazo | Estamos neutros. A solidez das empresas significa que os spreads são baixos, mas podem aumentar se as emissões aumentarem e os investidores migrarem para os títulos do Tesouro dos EUA à medida que o Fed reduz as taxas. | |||||
| Crédito IG de longo prazo | Estamos subponderados. Preferimos obrigações de curto prazo menos expostas ao risco de taxa de juro em detrimento das obrigações de longo prazo. | |||||
| Alto rendimento global | Estamos neutros. O alto rendimento oferece um carry mais atraente num ambiente em que o crescimento se mantém estável, mas acreditamos que a dispersão entre emissores mais fortes e mais fracos aumentará. | |||||
| Crédito asiático | Estamos neutros. Os rendimentos globais são atrativos e os fundamentos são sólidos, mas os spreads estão apertados. | |||||
| Moeda forte emergente | Estamos sobreponderados. Um dólar americano mais fraco, taxas mais baixas nos EUA e políticas fiscais e monetárias eficazes nos mercados emergentes melhoraram a resiliência económica. Preferimos obrigações de alto rendimento. | |||||
| Moeda local emergente | Estamos neutros. Um dólar americano mais fraco impulsionou a dívida dos mercados emergentes em moeda local, mas não está claro se esse enfraquecimento irá persistir. | |||||
O desempenho passado não é um indicador fiável dos resultados atuais ou futuros. Não é possível investir diretamente num índice. Nota: As opiniões são apresentadas numa perspetiva do dólar americano. Este material representa uma avaliação do ambiente de mercado num momento específico e não pretende ser uma previsão ou garantia de resultados futuros. Estas informações não devem ser consideradas como conselhos de investimento relativos a qualquer fundo, estratégia ou título específico.
