Investir durante tempos incertos

Como posso alcançar os meus objectivos a longo prazo se o mercado está em crise?

Em tempos difíceis, o seu primeiro instinto pode ser de sair do mercado até que as coisas se acalmem. Mas separar as decisões de investimento das emoções e continuar a focar-se no longo prazo é essencial, especialmente em mercados voláteis. Poderia significar a diferença entre perder e exceder os seus objectivos financeiros de longo prazo.
Vamos olhar para a forma como os mercados têm reagido, e recuperado, das crises passadas.


O mercado é resistente

Historicamente, o mercado accionista dos EUA tem afundado nos momentos de instabilidade política e económica, ou quando ocorrem acontecimentos catastróficos, mas ao longo do tempo, o mercado continuou a subir.

O gráfico abaixo mostra o movimento do S&P 500 Index de 1926 até 2013.

O mercado accionista subiu no longo prazo

Conforme o gráfico indica:

Em 1940, a França caiu e estimulou as incertezas nos mercados dos EUA. Depois de dois anos em baixa, o ataque a Pearl Harbor e a posterior entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial, muitos investidores fugiram dos mercados. O que teria feito?

Os investidores que saíram do mercado provavelmente perderam o mercado em alta de 1942-1945, durante o qual os seus activos teriam crescido 150%.

No rescaldo dos trágicos acontecimentos do 11 de Setembro, as emoções humanas desempenharam um papel enorme no comportamento do investimento. Muitas pessoas fugiram novamente dos mercados quando o S&P 500 Index desceu 22,1% em 2002. Aqueles que o fizeram poderão ter perdido a recuperação do ano seguinte, quando o mercado subiu 28,7%.

 


Horizonte de tempo e risco

Os mercados podem ser voláteis no curto prazo, mas a variabilidade dos seus retornos diminui quando investe a longo prazo.

O gráfico abaixo compara os retornos a 1 ano e os retornos a 10 anos para o S&P 500 Index de 1926 até 2013.

A probabilidade de perda no mercado accionista diminui com um horizonte de investimento mais longo

Conforme o gráfico indica:

Desde 1926, o S&P 500 registou retornos anuais negativos em 24 anos, ou 27% do tempo.

Se deter a longo prazo (10 anos ou mais), a volatilidade é bastante reduzida. Desde 1926, só houve quatro períodos de 10 anos com retornos negativos, ou apenas 5% do tempo.

 

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