ETFs: ferramentas versáteis para portfólios latino-americanos

A alocação em ETFs duplicou nos últimos dois anos

Mudança para um foco em gestão de risco

Mudança para um foco em gestão de risco: ao reposicionarem os portfólios baseado em um risco de mercado e geopolítico cada vez maior, as instituições latino-americanas estão elevando o uso de ETFs, que comprovaram ser ferramentas altamente versáteis para implementar estratégias específicas.

Indexação

Indexação: assim como suas contrapartes nos Estados Unidos, Europa e Ásia, as instituições latino-americanas continuam transferindo ativos de uma gestão ativa para estratégias indexadas. Com 88% dos entrevistados no estudo escolhendo ETFs como a melhor forma de obter exposição a índices, essa transição dos ativos do portfólio continua sendo uma das maiores e mais regulares fontes de procura dos ETFs.

Exposiciones estratégicas

Exposições estratégicas: apesar de terem intensificado a utilização dos ETFs em ajustes táticos do portfólio em função da volatilidade e de outras condições de mercado, as instituições latino-americanas continuaram utilizando ETFs para fins estratégicos, como a obtenção de exposição a renda fixa, diversificação internacional e eficiência fiscal — este último obtido por meio de UCITS europeus.

Interés por Smart Beta

Apetite pelo smart beta: os ETFs também foram o veículo preferencial das instituições para estratégias de smart beta. Um apetite contínuo por abordagens fatoriais pode verdadeiramente acelerar a procura por ETF sem 2019. Mais de 60% dos atuais investidores em ETFs smart beta pretendem aumentar suas alocações em ETFs no próximo ano.

Mudança para um foco em gestão de risco

Mudança para um foco em gestão de risco: ao reposicionarem os portfólios baseado em um risco de mercado e geopolítico cada vez maior, as instituições latino-americanas estão elevando o uso de ETFs, que comprovaram ser ferramentas altamente versáteis para implementar estratégias específicas.

Indexação

Indexação: assim como suas contrapartes nos Estados Unidos, Europa e Ásia, as instituições latino-americanas continuam transferindo ativos de uma gestão ativa para estratégias indexadas. Com 88% dos entrevistados no estudo escolhendo ETFs como a melhor forma de obter exposição a índices, essa transição dos ativos do portfólio continua sendo uma das maiores e mais regulares fontes de procura dos ETFs.

Exposiciones estratégicas

Exposições estratégicas: apesar de terem intensificado a utilização dos ETFs em ajustes táticos do portfólio em função da volatilidade e de outras condições de mercado, as instituições latino-americanas continuaram utilizando ETFs para fins estratégicos, como a obtenção de exposição a renda fixa, diversificação internacional e eficiência fiscal — este último obtido por meio de UCITS europeus.

Interés por Smart Beta

Apetite pelo smart beta: os ETFs também foram o veículo preferencial das instituições para estratégias de smart beta. Um apetite contínuo por abordagens fatoriais pode verdadeiramente acelerar a procura por ETF sem 2019. Mais de 60% dos atuais investidores em ETFs smart beta pretendem aumentar suas alocações em ETFs no próximo ano.

 

Baixe o estudo da América Latina

 

E qual é o impacto para os portfólios dos investidores?

As instituições estão priorizando a gestão de risco quando o assunto é a construção de portfólio. As principais preocupações dos investidores são:
prioritizing risk management
strategic allocation
Os investidores latino-americanos ainda estão claramente utilizando ETFs em aplicações estratégicas tanto em ações quanto em portfólios de renda fixa.
Com a implementação de estratégias defensivas, os investidores estão utilizando cada vez mais ETFs. Esse efeito ganha ainda mais força porque os investidores continuam substituindo outros veículos de investimento pela utilização de ETFs.
Defensive strategies
Incorporating esg
40% das instituições estão incorporando ESG em seus portfólios de investimento.